13 2 / 2012

"O correr da vida embrulha tudo; a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem. Ser capaz de ficar alegre e mais alegre no meio da alegria, e ainda mais alegre no meio da tristeza."

Guimarães Rosa  (via pequenas-poesias)

(Source: bon-jour-amour, via acalento)

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13 2 / 2012

"Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular."

Rubem Alves (via partidoemfranja)

(Source: congestus, via acalento)

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13 2 / 2012

(via acalento)

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10 2 / 2012

(Source: enticing-whore, via acalento)

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08 2 / 2012

"o verdadeiro encontro só se dá ao tirarmos os pés do chão —, mas a vida não tem nenhum sentido se não for para dar o salto."

Antonio Prata

02 2 / 2012

brazilwonders:

Barra Beach - Rio de Janeiro

brazilwonders:

Barra Beach - Rio de Janeiro

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21 1 / 2012

“Eu quero a sorte de um amor tranquilo…”

“Eu quero ir embora, eu quero dar o fora…”

“Eu quero uma vida plena…”

“Eu quero a paz de viver solto…”

“Eu quero a sorte de um amor tranquilo…”

“Eu quero ir embora, eu quero dar o fora…”

“Eu quero uma vida plena…”

“Eu quero a paz de viver solto…”

(Source: liquidconfidence, via trans-flor-mar)

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21 1 / 2012

"

Sossega, coração! Não desesperes!
Talvez um dia, para além dos dias,
Encontres o que queres porque o queres.
Então, livre de falsas nostalgias,
Atingirás a perfeição de seres.

Mas pobre sonho o que só quer não tê-lo!
Pobre esperença a de existir somente!
Como quem passa a mão pelo cabelo
E em si mesmo se sente diferente,
Como faz mal ao sonho o concebê-lo!

Sossega, coração, contudo! Dorme!
O sossego não quer razão nem causa.
Quer só a noite plácida e enorme,
A grande, universal, solente pausa
Antes que tudo em tudo se transforme.

"

Fernando Pessoa

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21 1 / 2012

 
“Lógico que tem um limite. Eu acho que a gente não é capacitado a conquistar tudo que a natureza tem pra nos mostrar, não. As pessoas perguntam “Você não tem medo?”. Sempre é a mesma pergunta, mas o importante não é o medo. O medo não ajuda em nada, eu acho que você tem que estar em sintonia com a natureza, sintonia com o mar, e ver até aonde você pode chegar e sentir isso, ouvir a sua voz interior. Você vai saber qual o seu limite, se existe um limite, se aquele dia é o dia ou não é. O mar se comunica com você. Você tem que estar aberto, tem que se conectar pra receber esse recado e ter essa comunicação espiritual com o mar. Você não vai ter problema nenhum em interagir com ele. Agora, pra você conseguir ter essa comunicação é uma coisa bem delicada. A onda de 100 pés com certeza vai ser de tow in. Eu posso lhe garantir. Espero que daqui algum tempo as novas gerações nos mostrem que é possível fazer diferente, mas 100 pés remando eu acho muito difícil.”



Danilo Couto, big rider.

“Lógico que tem um limite. Eu acho que a gente não é capacitado a conquistar tudo que a natureza tem pra nos mostrar, não. As pessoas perguntam “Você não tem medo?”. Sempre é a mesma pergunta, mas o importante não é o medo. O medo não ajuda em nada, eu acho que você tem que estar em sintonia com a natureza, sintonia com o mar, e ver até aonde você pode chegar e sentir isso, ouvir a sua voz interior. Você vai saber qual o seu limite, se existe um limite, se aquele dia é o dia ou não é. O mar se comunica com você. Você tem que estar aberto, tem que se conectar pra receber esse recado e ter essa comunicação espiritual com o mar. Você não vai ter problema nenhum em interagir com ele. Agora, pra você conseguir ter essa comunicação é uma coisa bem delicada. A onda de 100 pés com certeza vai ser de tow in. Eu posso lhe garantir. Espero que daqui algum tempo as novas gerações nos mostrem que é possível fazer diferente, mas 100 pés remando eu acho muito difícil.”

Danilo Couto, big rider.

(via myoceanparadise)

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25 12 / 2011

Lírio da paz

Crio a paz às duas e vinte e cinco.

Sopro no vento a intenção da poesia.
Inspiro, me estico, expiro.
Sou árvore, pássaro, poesia.
Lá fora mil gritos de socorro,
lá fora mil banquetes à minha espera.
Crio a paz às duas e vinte e sete.
Sou no vento a intenção da leveza.
Inspiro, não me mexo, expiro.
Sinto o pesar em cada veia,
o pulsar da gravidade,
a força dos desejos.
Inspiro, expiro, medito.

Crio a paz à revelia.

by Francine Canto (francinecanto.net)

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